O Anti-Matrix, como uma provocação

Uma forma possível de definir A Origem é dizer que o filme narra a odisseia emocional de um homem que tenta abandonar o universo virtual para reencontrar o real. Isso é Matrix, dos irmãos Wachovski, com sua ideia filosófica de que nossa visão da realidade é distorcida por meio da anamorfose. Só que há mais Matrix em Amnésia do que em A Origem. O filme é muito estruturado e não deixa zonas de sombras, mesmo que muita coisa fique para o espectador preencher. A personagem de Ellen Page é decisiva. Por meio dela, os sonhos tornam-se reais. Ela é a chave de entrada neste universo.

Luiz Carlos Merten, O Estado de S.Paulo

06 de agosto de 2010 | 00h00

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