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'O Alquimista', de Paulo Coelho, em aimará e quíchua

Editora boliviana vai apresentar obras traduzidas este fim de semana na Feira do Livro de La Paz

EFE

27 de agosto de 2010 | 15h00

"O Alquimista", de Paulo Coelho, a obra mais vendida no Brasil, foi traduzida para as línguas indígenas aimará e quíchua por uma editora boliviana que a apresentará este fim de semana na Feira do Livro de La Paz, informou a imprensa local.

A gerente da editora Litexa, Carla María Berdagué, declarou ao jornal "La Razón" que a tradução do livro foi impulsionada pelo embaixador do Brasil em La Paz, Frederico Cezar de Araújo, que está perto de deixar sua missão na Bolívia.

O livro foi traduzido durante três meses para o aimará por Vitaliano Huanca e para o quíchua por América Agudolo e será distribuído também no Peru e Chile, onde também há falantes da segunda dessas línguas, informou a Litexta.

O romance de Paulo Coelho, editado pela primeira vez em 1988, já vendeu no mundo 135 milhões de exemplares e foi traduzido para 69 idiomas, marca registrada no livro Guinness dos Recordes, segundo "La Razón".

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