Novo testamento de Pavarotti nomeia viúva herdeira universal

Como executora testamentária, Nicoletta Mantovani deverá administrar os bens deixados pelo tenor

Efe,

17 de setembro de 2007 | 19h47

O segundo testamento do tenor italiano Luciano Pavarotti, que morreu no dia 6, foi aberto nesta segunda-feira, 17, e nomeia sua viúva, Nicoletta Mantovani, "herdeira universal", segundo um comunicado do escritório de advogados que a assessora. Pavarotti deixou uma fortuna estimada em 200 milhões de euros. O último testamento, anunciado dia 29 de julho e redigido em italiano e inglês, complementa o que o tenor assinou em 13 de junho, cujo conteúdo foi revelado no domingo, 16. Segundo um comunicado enviado à agência Efe pelo Studio Professionale Associato a Baker & McKenzie, de que fazem parte os advogados italianos Giorgio Bernini, Anna Maria Bernini e Alessandra Novani, no segundo testamento "Nicoletta Mantovani foi nomeada herdeira universal". Os três advogados de Nicoletta afirmaram na nota que o testamento regula a modalidade em que a viúva do tenor, como executora testamentária, deverá administrar os bens deixados por Pavarotti. Segundo o primeiro testamento, Pavarotti deixava a sua esposa a metade da herança, enquanto suas quatro filhas deveriam repartir o restante. O tenor deixou quatro filhas: Lorenza, Cristina e Giuliana, de seu primeiro casamento com Adua Veroni, e a mais nova, Alice, de quatro anos, com Nicoletta Mantovani. Pavarotti também deixou duas "doações" de 500 mil euros a dois de seus colaboradores. O tenor italiano morreu em sua residência em Modena, no norte da Itália, devido a um câncer de pâncreas.

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