Nova unidade do Sesc é a maior do País

É perto da Universidade de São Paulo (USP), do Instituto Tomie Ohtake, do corredor gastronômico da Vila Madalena, do Teatro Brincante de Antônio Nóbrega, da sede da Cultura Inglesa. Nesse espaço, entre o Largo da Batata e a Marginal do Pinheiros, surge no próximo sábado um novo Sesc em São Paulo, o Centro Cultural e Desportivo Sesc Pinheiros (Rua Paes Leme, 195). Não é apenas mais um Sesc. Trata-se do maior da capital em área construída, com 36 mil metros quadrados. E contará com um teatro de grande porte, o maior da região, para 1.100 pessoas, projetado pelo cenógrafo e arquiteto J.C. Serroni - o projeto arquitetônico é de Miguel Juliano, autor do Parque Anhembi, que completa 50 anos de carreira. O paisagismo coube a Rodolfo Geiser e Raul Pereira. O teatro tem 14 metros de boca de cena, espaço próprio para 45 músicos, cabine de projeção de som e luz e duas cabines de tradução simultânea. No foyer, há uma cafeteria e jardim de inverno. O novo Sesc Pinheiros, que substitui um espaço provisório que estava sendo ocupado em um casarão da Avenida Rebouças, custou R$ 55 milhões e será inaugurado no dia 18 com um grande show - gratuito, para quem conseguir uma senha com antecedência - de Lenine, João Bosco, Rosa Passos e Zélia Duncan, com a participação de uma orquestra com 30 músicos, regida por Nelson Ayres. Durante todo o dia, o público poderá entrar e conhecer as dependências. Haverá brincadeiras em todos os espaços, conduzidas por grupos como os Parlapatões. No domingo, ocorre um recital do pianista Marcelo Bratke. A unidade funcionará em um edifício de 12 andares, sendo 5 no subsolo, para estacionamentos, terá internet livre no 3.º andar, com 32 computadores, auditório, sala de leitura e jogos, oficinas de arte, modernos ginásios poliesportivos e para ginástica, 3 piscinas cobertas e aquecidas, clínica odontológica, restaurante e lanchonete. Atualmente, as 30 unidades da instituição no Estado (16 na Grande São Paulo e 14 no interior) atendem cerca de 1,2 milhão de pessoas por mês, segundo Miranda. Ele considera ainda que o prédio deve valorizar a região.

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