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Nova novela das 6 terá troca de bebês e efervescência dos anos 70

Folhetim na veia é o que espera pelo espectador em Boogie Oogie, próxima novela das 6 da Globo. O ponto de partida é uma troca de duas bebês na maternidade, plano premeditado por Susana, papel de Alessandra Negrini. A ação é uma vingança da personagem ao ex-amante (Marco Ricca), que vem a ser pai de uma das meninas. O sujeito havia abandonado a namorada clandestina ao saber que a mulher (Giulia Gam) estava grávida. Mas a vilã da história, acredite, não é Alessandra, e sim Giulia.

Cristina Padiglione, O Estado de S.Paulo

05 de julho de 2014 | 02h06

É com elementos como esse que o enredo, recheado de itens clássicos do melodrama, promete surpreender a plateia. As vidas das meninas trocadas vão se cruzar mais tarde, quando elas forem Ísis Valverde e Bianca Bin, com direito a triângulo amoroso com Marco Pigossi. "Mas é uma novela pra cima", adverte o autor, Rui Vilhena, à coluna. "Ela tem todo esse drama, mas tem comicidade, os atores já riram muito nas leituras de texto. Digamos que é uma tragicomédia."

Vilhena é estreante como autor titular na Globo, mas não no gênero. Moçambicano, mudou-se para Niterói aos 2 anos de idade, estudou roteiro na Califórnia e nos últimos anos mora em Portugal, onde escreveu tramas de grande sucesso para os canais RTP e TVI.

A favor do alto astral mencionado pelo autor, Boogie Oogie será ambientada nos anos 1970, década de grande diversão nas pistas de dança e nos costumes. Toda a riqueza musical do período, assim como da moda, estará lá, com foco em 1978 - e sem qualquer menção à ditadura, já avisa Vilhena. Estreia no início de agosto.

A ministra da Cultura, Marta Suplicy, além do presidente da Anatel, João Rezende, e do presidente da Ancine, Manoel Rangel, confirmaram presença na feira da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), que vai de 5 a 7 de agosto, no ExpoTransamérica, em São Paulo.

Expandir a TV paga, setor cujo crescimento desacelerou bastante de dois anos para cá, será assunto em pauta na ABTA que vem aí.

A Globo cresceu 59%, ou 8,9 pontos, durante a exibição dos jogos das oitavas de final da Copa, na comparação com a média anterior ao mundial nas respectivas faixas horárias. Em número de telespectadores a conta chega a 8,8 milhões de indivíduos, segundo o PNT, Painel Nacional de TV, do Ibope.

A Band avançou 2 pontos na audiência média dos horários dos jogos, o que, no caso da emissora, representa 83% de crescimento.

E, embora os canais pagos esportivos também tenham conquistado plateia significativa em função da Copa, a TV paga, de modo geral, perdeu 6% de audiência nos horários dos jogos do mundial.

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