Nostalgia marca o Grammy

A nostalgia foi uma forte marca da cerimônia do 45º Grammy Awards. A reunião de Paul Simon e Art Garfunkel e sua interpretação simples e tocante de The Sounds of Silence foram só o começo. Depois disso foi a vez de uma homenagem ao cantor romântico Johnny Mathis e, mais à frente, um Grammy pelo conjunto da obra ao Bee Gees.Robin e Barry Gibb, quando subiram ao palco para receber o prêmio de conjunto da obra pela música de seu veterano grupo, chamaram Adam, o filho de Maurice Gibb, que morreu no ano passado, para receber o Grammy em nome de seu pai. Antes, a família Gibb ouviu o N?Sync interpretar à capela alguns dos sucessos do trio nos anos 70.

Agencia Estado,

24 de fevereiro de 2003 | 00h38

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.