J.F. Diorio/ Estadão
J.F. Diorio/ Estadão

No parque, esculturas em restauro

Desde novembro e até maio, as 29 obras do Jardim de Esculturas serão restauradas

Camila Molina, O Estado de S.Paulo

28 de janeiro de 2014 | 11h33

Do lado de fora do museu, algumas obras do Jardim de Esculturas do MAM estão “engaioladas” em estruturas de madeira, enquanto outras, como Cantoneiras (1975) e Grande Quadrado Preto com Fita (1985), ambas criadas por Franz Weissmann, já apresentam suas estruturas de aço revigoradas, pintadas, respectivamente, em vermelho vibrante e em negro.

Desde novembro e até maio, as 29 obras do Jardim de Esculturas do MAM, abrigadas em 6 mil m² do Ibirapuera, serão restauradas por intermédio de edital do Bank of America Merrill Lynch. “O projeto de arte e cultura do banco na região da América Latina começou em 2010”, conta Marcella Lembert, vice-presidente da instituição financeira para a área de responsabilidade social. No ano passado, o banco contemplou o Masp com o restauro da tela Moema (1866), de Victor Meirelles de Lima. Marcella afirmou que o Bank of America não divulga seu investimento no projeto, como também não faz uso de leis de incentivo para realizá-lo. Atualmente, a instituição promove também o restauro de 369 fotografias do arquivo de La Casa Azul – Museo Frida Kahlo (Brasil e México são prioritários na região). “Tentamos encontrar os museus mais reconhecidos”.

O restauro do Jardim de Esculturas do MAM, criado em 1993 pelo paisagista Burle Marx, é formado por obras de artistas como Amilcar de Castro, Iole de Freitas e Amelia Toledo. O projeto inclui iluminação especial para as peças, mas ainda falta aprovação técnica da administração do parque para este tema, diz o banco. 

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