Neta de Charles Chaplin traz peça a São Paulo

Aurélia Thiérrée faz últimas apresentações na cidade do espetáculo 'L’Oratorio D’Aurélia'

Da Redação,

23 de julho de 2008 | 13h43

Volta a São Paulo o espetáculo surreal, com o rato que come o gato, flores que ficam de cabeça para baixo no jarro, as cortinas vermelhas se mexem aleatoriamente, ou sejam com objetos que têm vida própria. A concepção é de Aurélia Thiérrée e de sua mãe Victoria, a filha de Charles Chaplin, que também dirige a peça.   Na França, os Thiérrée-Chaplin são conhecidos por seus trabalhos ligados com o universo do circo, o Cirque Imaginaire (Circo Imaginário) e o Cirque Invisible (Circo Invisível), espetáculos criados por Victoria e o marido ator e diretor Jean-Baptiste Thiérrée, acompanhados em cena pelos dois filhos, Aurélia e James.   Aurélia, que não utiliza o sobrenome do avô célebre, explica o motivo: "É realmente mágico ser neta de Charlie Chaplin, mas é também abstrato. Eu tinha quatro anos quando ele morreu. Não tenho muitas lembranças. É por respeito que não falamos dele: nossos espetáculos são muito diferentes do que ele fazia. Eu me sentiria mal se usasse seu nome para atrair as pessoas. Ser neta de Carlitos é um belo presente da vida. Eu me contento com isso".   O grupo, que já passou por Londrina, Santos, Brasília, Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São José do Rio Preto vai se apresentar ainda em Salvador e Curitiba, com a turnê que faz parte do Módulo Circulação do Festival de Circo do Brasil.     L’Oratorio D’Aurélia - Teatro do Colégio Santa Cruz. Rua Orobó, 277, 3024-5191. 21h. De R$ 60 a R$ 80. Livre.

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