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Na Pinacoteca, 168 obras de Candido Portinari

São mais de 160 obras, entre quadros, desenhos e gravuras do artista, pertencentes à coleção Castro Maya

estadao.com.br,

07 de abril de 2010 | 20h46

Uma visão da histórica amizade entre o colecionador Raymundo Ottoni de Castro Maya (1894-1968) e o pintor Candido Portinari (1903-1962), que se desenvolveu no início dos anos 40, pode ser vista na exposição de sua coleção que é considerada um dos maiores acervos do artista modernista.

 

A partir deste sábado, 10, será aberta na Pinacoteca do Estado a mostra "Portinari na Coleção Castro Maya", com mais de 160 obras, entre quadros, desenhos e gravuras e ainda cartas e fotos que atestam a amizade entre Maya e Portinari. Portinari já era um pintor consagrado quando os dois se conheceram, a partir de um convite de Maya para que o pintor ilustrasse o primeiro livro da Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil, fundada por ele. Mas Maya era fundamentalmente um colecionador, também filho de colecionadores, que transformou sua coleção de arte em patrimônio público e dessa atitude nasceram em 1963 os Museus Castro Maya, no Rio de Janeiro: o Museu do Açude e o Museu Chácara do Céu.

 

Portinari viveu no Rio de Janeiro a partir da adolescência, quando se mudou para a cidade a fim de cursar a Escola Nacional de Belas Artes. Depois, estudou na França, e além das telas, gravuras e desenhos, pintou murais na Pampulha, na ONU, em NY. Nascido em Brodowski, no interior de São Paulo, morreu no Rio, em 1962.

 

Portinari na Coleção Castro Maya - ONDE: Pinacoteca do Estado. Pça. da Luz, 2, Luz, 3229-9844. QUANDO: 10h/18h (fecha 2ª). Abre sáb. (10), 11h. Até 6/6. QUANTO: R$ 6 (sáb., grátis).

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