Na 1.ª manhã aberta ao público, Bienal recebe 2 mil pessoas

Até às 14h30 deste sábado, mais de duas mil pessoas visitaram a 27ª Bienal de São Paulo em seu primeiro dia de funcionamento para o público. Não há filas para entrar no prédio do Parque do Ibirapuera, onde a mostra ficará em cartaz até o dia 17 de dezembro. Fila mesmo, mas pequena e rápida, acontece na obra do suiço Thomas Hirschorn. Dois seguranças controlam a entrada do público para a instalação do artista, um ambiente criado com paredes de papelão. Entram de 20 em 20 pessoas. Há obras interativas no pavilhão que atraem a atenção do público: as vestimentas de vinil de Laura Lima; o quadro negro que se transforma num painel para escrita e desenhos de visitantes, de Antoni Miralda; o espaço aberto para criação de livros feitos com papelão do grupo argentino Eloísa Cartonera; a árvore de metal com faixas de tecidos que se transformam em balanço, do francês Didier Faustino, são alguns exemplos. Mas, infelizmente, até às 14 horas não estavam funcionando a obra do argentino Tomas Saraceno, formada por três bolhas de plástico, na qual o público pode entrar; e o trabalho do grupo japonês Atelier Bow-Wow, uma passarela que sai para o exterior do prédio no segundo piso do edifício. O vídeo de Marcellvs L, no térreo, estava sem funcionar com problemas de manutenção.Dessas obras, a de Saraceno estava prevista para voltar a funcionar às 15 horas e terá horários específicos para funcionamento. "Já estive em outras bienais e estou achando esta com obras muito acessíveis para o público", disse a funcionária pública Andréa Rivera.

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