Museu celebra 100 anos da genial teoria de Eistein

Alguns historiadores acreditam que, se não tivesse escrito mais nada além dos quatro artigos que publicou em 1905 - dois deles relatando a Teoria da Relatividade, representada mais tarde pela equação matemática mais famosa do mundo, E=mc2 -, ainda assim Albert Einstein (1879-1955) seria um dos maiores pensadores do século 20. Aquele ano, o mesmo em que ele recebeu seu Ph.D. da Universidade de Zurique, ficou conhecido como o annus mirabilis (ano do milagre) na carreira do cientista judeu alemão que mudaria para sempre a maneira como vemos o universo. As comemorações do centenário daquele annus mirabilis estão começando, em Nova York, com Einstein, uma megaexposição que o Museu de História Natural exibe até 10 de agosto. Mostrando como as teorias criadas por aquela mente brilhante - a respeito de questões fundamentais como luz, tempo, energia e gravidade - deram início a avanços científicos e tecnológicos como o computador, a compreensão dos buracos negros e a revolução biológica do DNA, a exposição também é dedicada à vida pessoal e política de Einstein, relembrando sobretudo sua dedicação à justiça social. Einstein foi organizada pelo museu nova-iorquino em colaboração com o Skirball Cultural Center de Los Angeles e a Universidade Hebraica de Jerusalém, a qual o físico ajudou a criar e doou seus documentos pessoais, que chegam a quase 50 mil itens entre papéis e outros materiais. A exposição está repleta de páginas com manuscritos originais, como os das teorias formuladas em 1905 e 1916 ou os dos cálculos finais refletindo as explorações daquele gênio de cabelo desgrenhado em busca de uma grande teoria unificada para todo o universo. Também há muitas cartas, objetos pessoais, fotografias e filmes.Clique aqui para ler mais sobre a exposição

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.