Mostra anima Mundi cresce e aparece

Quando criaram, no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio, o primeiro festival brasileiro de animação, os animadores Aída Queiroz, Cesar Coelho, Lea Zagury e Marcos Magalhães não imaginavam que, 18 anos depois, ele se tornaria o segundo maior do mundo, perdendo apenas para o de Annecy, na França, que tem cinco décadas de história.

Roberta Pennafort / RIO, O Estado de S.Paulo

16 de julho de 2010 | 00h00

De 1993 para cá, o Anima Mundi, que nasceu pequeno, com 70 filmes, numa sala de 200 lugares do CCBB, cresceu e apareceu rapidamente (um milhão de pessoas já marcaram presença, e grande parte volta todo ano). Já na primeira edição, havia 7 mil fãs de animação. Hoje, juntando os eventos do Rio e de São Paulo, o público dos filmes, das oficinas gratuitas e dos debates do Anima Forum, bate a marca de 100 mil frequentadores. A maratona começa hoje no Rio, em sete pontos de exibição, e vai até dia 25; em São Paulo, o festival ocorre entre os dias 28 e 1.º de agosto (no CCBB e no Memorial da América Latina).

O cardápio desta edição é bem variado: as animações vêm da Europa, África, Ásia, e Américas. Tem desde superproduções a filmes feitos com celulares. Do Brasil, são 108 títulos. Programação completa: www.animamundi.com.br.

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