Morte da diva substitui Líbia no noticiário

A morte de Elizabeth Taylor dominou a atenção da imprensa americana na manhã de ontem. Os obituários descreviam tanto a atribulada vida pessoal como a profissional da atriz. "Tanto na tela como fora, os olhos violetas de Elizabeth Taylor possuíam um efeito irresistível sobre os homens", escreveu Keneth Turran, no Los Angeles Times. A revista People optou por relatar como Elizabeth Taylor poderia ter morrido há 53 anos em um desastre de avião. O New York Times celebrava em uma galeria de fotos os filmes da atriz. No Twitter, em poucos minutos, "RIP Elizabeth Taylor" já era um dos trending topics. Os combates na Líbia e o terremoto no Japão foram colocados de lado nas redes CNN e Fox News. Nos canais de celebridade, Liz Taylor também foi o assunto da manhã. Mas, no início da tarde, a crise de violência de Chris Brown ao ser indagado sobre Rihanna em um programa da rede ABC voltou a dominar a audiência, assim como mais repercussões da briga de Charlie Sheen com a CBS. Um contraste com os tempos em que as principais celebridades dos EUA eram figuras como Elizabeth Taylor. / GUSTAVO CHACRA, DE NOVA YORK

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