Sonia Balady/Divulgação
Sonia Balady/Divulgação

Morre marchande Mônica Filgueiras

Galerista teve importante papel na cena artística de São Paulo

Camila Molina - O Estado de S.Paulo,

24 de novembro de 2011 | 16h57

SÃO PAULO - A marchande Mônica Filgueiras morreu na tarde desta quinta-feira, 24, no Hospital Sírio-Libanês, em decorrência de uma parada cardiorrespiratória. Tinha 67 anos e atualmente era socioproprietária da galeria Mônica Filgueiras&Eduardo Machado, localizada na Rua Bela Cintra, 1.533, em São Paulo.

A galerista teve importante papel na cena artística de São Paulo, promovendo, desde a década de 1970, exposições e a obra de artistas como Carlos Vergara, Rubens Gerchman, Amilcar de Castro e Mira Schendel durante sua trajetória. Nascida em São Paulo, em 20 de maio de 1944, Mônica Filgueiras formou-se na Fundação Armando Álvares Penteado (Faap).

Nos anos 1960, fez assessoria para leilões e para a Galeria ArtArtArt, uma das pioneiras na capital paulistana, e para a Escola Brasil, fundada pelos artistas José Resende, Luiz Paulo Baravelli, Carlos Fajardo e Frederico Nasser. Entre 1974 e 1980, dirigiu o Gabinete de Artes Gráficas em parceria com a marchande Raquel Arnaud. O espaço realizou, entre outras, mostras de Regina Silveira, Sérvulo Esmeraldo, Sergio Camargo e Julio Plaza. Em 1980, a marchande inaugurou a Mônica Filgueiras Galeria de Arte, espaço que dirigiu até sua morte.

O corpo da galerista será velado nesta quinta, entre 20 horas e meia-noite, no Funeral Home (Rua São Carlos do Pinhal, 376).

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