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Morre alemão recluso que escondia obras roubadas por nazistas

Cornelius Gurlitt ficou conhecido depois da descoberta de obras de arte guardadas em seu apartamento

Stephen Brown, Reuters

06 de maio de 2014 | 12h49

O idoso recluso cujo apartamento em Munique continha um tesouro secreto em obras-primas da arte, incluindo obras roubadas pelos nazistas de seus proprietários judeus durante o Holocausto, morreu após uma operação cardíaca, disse seu porta-voz nesta terça-feira.

O conjunto inestimável de obras de artistas como Canaletto, Toulose-Lautrec e Picasso foi descoberto na casa de Cornelius Gurlitt no início de 2012 por autoridades alemãs que o investigavam por sonegação de impostos.  ::: Cultura Estadão nas redes sociais :::
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Autoridades do Estado alemão da Baviera apreenderam cerca de 1.280 obras de arte em fevereiro 2012 na casa de Gurlitt como parte da investigação sobre a possível evasão fiscal. No entanto, mas o caso só foi divulgado em novembro passado, quando o semanário alemão Focus revelou a história, que causou clamor internacional pelo fato de as autoridades alemãs não terem tornado público o surpreendente achado.

O pai de Gurlitt, Hildebrand, aparentemente, construiu a coleção nos anos 1930 e 1940, quando atuou como um dos quatro concessionários autorizados a comprar e vender obras modernistas difamadas pelos nazistas, incluindo muitas apropriadas de famílias judaicas.

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