Patrick Silva/Flickr
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Ministério da Cultura cobra R$ 90 mil de trio elétrico baiano

Atualmente, o Bloco Camaleão, um dos destaques do Carnaval baiano, desfila no circuito Barra-Ondina, e cobra R$ 800 pelo abadá

Jotabê Medeiros, de O Estado de S. Paulo,

11 de fevereiro de 2011 | 16h06

A ministra Ana de Hollanda negou nesta sexta-feira, 11, recurso de um trio elétrico baiano, o Bloco Camaleão, e exige a devolução de R$ 90 mil (corrigidos) que foram utilizados no Carnaval de 2004 pela empresa.

 

O Bloco Camaleão usou os R$ 90 mil na locação do trio elétrico. Em razão de não ter encontrado o responsável pela empresa, Joaquim Nery Filho, no endereço declarado (ele é o titular da Camaleão Comércio e Produções Artísticas Ltda), o Ministério da Cultura fez publicar um edital de notificação público no Diário Oficial da União, nesta sexta-feira.

 

Segundo a publicação, o MinC segue as recomendações técnicas da área jurídica do ministério para negar o recurso do empresário.

 

Atualmente, o Bloco Camaleão, um dos destaques do Carnaval baiano, desfila no circuito Barra-Ondina, e cobra R$ 800 pelo abadá. Este mês, o MinC autorizou a captação de R$ 5 milhões para a realização do Carnaval de Recife (PE).

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