Reed Saxon/AP
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Michael Jackson: Depoimento de segurança pode trazer luz sobre cena da morte

Testemunho de segurança deve servir de apoio para argumentação da promotoria

Anthony Mccartney, da Associated Press,

05 de janeiro de 2011 | 15h54

Um segurança de Michael Jackson, a quem a promotoria assegura que o médico do artista tenha ordenado esconder seringas e outros objetos antes de chamar o serviço de emergências 911, poderia trazer luz sobre a cena de caóticos esforços para reanimar o Rei do Pop.

 

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Alberto Alvarez deporá contra o doutor Conrad Murray nesta quarta-feira, 5, em uma audiência preliminar, em que pese os esforços do médico em ressuscitar o cantor em 25 de junho de 2009, disse seu advogado.

 

O testemunho do segurança pode ser chave na argumentação da versão dos promotores, que sustentam que com suas ações Murray demonstrou "um desvio extremo de atenção médica" ao administrar a Jackson o poderoso analgésico propofol ao cantor sem uma equipe adequada, para logo escondê-lo.

 

A autópsia avaliou que Jackson morreu de uma sobredose de propofol.

 

O vice-promotor do distrito David Walgren disse na terça-feira, 4, que Murray forçou Alvarez, de 34 anos, a recolher e oculttar evidências antes de chamar o serviço de emergência 911 para tentar ajudar Jackson.

 

Ao final da audiência preliminar, que deve continuar na semana que vem, um juiz determinará se há suficientes provas para levar Murray a um juízo por homicídio involuntário na morte do canotr. Se for condenado, enfrentará até quatro anos de cárcere.

 

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