Médico de Michael Jackson diz que não sabia que ele tinha vícios

O médico condenado por homicídio culposo pela morte de Michael Jackson insiste que ele não causou a morte do cantor e negou saber que Jackson tinha problemas de vício quando começou a se tratar com ele.

REUTERS

10 de novembro de 2011 | 14h59

Em uma entrevista a Savannah Guthrie, do programa "Today", exibida nesta quinta-feira, mas gravada durante o seu julgamento, o médico Conrad Murray descreveu o cantor em suas horas finais como "um homem desesperado".

Questionado se ele preferia nunca ter conhecido Jackson, Murray disse que gostaria de ter tido mais disponibilidade para a história médica dele, em vez de ter sido enganado.

"Eu também gosto do Michael", afirmou Murray. "Com certeza, ele foi enganador por não compartilhar comigo seu histórico médico completo."

Murray negou saber que Jackson -- que se consultava com diversos médicos e tomava uma série de medicamentos -- tivesse um problema de dependência.

"Absolutamente não, eu não tinha ideia", afirmou ele.

Murray disse que Jackson já tomava o propofol quando ele começou a se tratar com ele. O cantor usava o medicamento, que acabou provocando a sua morte, para dormir.

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