Médico de Jackson alega inocência

O médico pessoal de Michael Jackson, Conrad Murray, se declarou inocente da acusação de homicídio involuntário duas semanas após o início do julgamento por sua participação na morte do músico, em 25 de junho de 2009. O juiz do caso agendou para 28 de março o julgamento. Murray, que teve sua licença suspensa como condição para sua condicional, pode ser condenado a até quatro anos de prisão. O médico estava com Jackson quando ele morreu em Los Angeles. Segundo legistas, a causa da morte foi overdose do anestésico propofol e coquetel de sedativos. Advogados de Murray sugerem que Jackson injetou a dose letal de propofol por sua conta. / REUTERS

, O Estado de S.Paulo

27 de janeiro de 2011 | 00h00

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