Reprodução/MSP/CCXP 21
Reprodução/MSP/CCXP 21

Mauricio de Sousa Produções anuncia novas graphic novels para 2022

O estúdio também apresentou um trecho do novo filme 'Turma da Mônica: Lições', que estreia dia 30 de dezembro nos cinemas

Daniel Silveira, O Estado de S.Paulo

05 de dezembro de 2021 | 22h20

A Mauricio de Sousa Produções anunciou as novidades de graphic Novels em 2022 na noite deste domingo, 5, no último dia da CCXP Worlds 21. Em comemoração aos 10 anos da MSP, elas terão lançamentos bimestrais. Primeiro, Franjinha: Contato, de Vitor Cafaggi, e Magali: Tempero, de Lu Cafaggi, que chegariam nas livrarias este ano, mas ficaram para 2022. Além dessas, serão lançadas Astronauta VI, por Danilo Beyruth, Denise, por Cora Ottoni, Anjinho, por Max Andrade e Mingau, por Ana Cardoso.

Além disso, o criador Mauricio de Sousa anunciou o final da coleção de Horácio, para o qual ele está preparando um tabloide final. "O Horácio me imita nas ações, nas tramas, nos dramas que vive, ele reage como eu reagiria. As histórias de minha vida fora, mais ou menos transfiguradas na história do Horácio", disse Mauricio durante o anúncio.

O painel também trouxe o diretor Daniel Rezende falando sobre Turma da Mônica: Lições, que estreia dia 30 de dezembro nos cinemas. Durante sua fala, ele mostrou o primeiro minuto do filme em que Mônica e Cebolinha aparecem montando uma cena de Romeu e Julieta, tudo isso sob o olhar de Magali e Cascão.

Para finalizar, o painel contou com um bate-papo entre Jim Davis, criador de Garfield, com Mauricio de Sousa. Uma parceria dos dois autores em que o gato de Davis encontra a turminha de Mauricio está prestes a ser lançada. Os dois trocaram figurinhas e falaram sobre processo criativo. "Escrever tirinhas do Garfield é o que me tira da cama", declarou Davis. "Garfield tem mais de 40 anos, os leitores mudaram, o mundo mudou e minha escrita amadureceu", continuou.

Cada um fez perguntas ao outro. Na vez de Mauricio responder, ele disse que ficou mais fácil fazer a Mônica ao longo dos anos. "Minha equipe aumentou, sobra tempo para criar mais histórias e mais projetos", disse. Além disso, ele defendeu a ideia de que a arte sempre chegará nas pessoas, independente do meio, sempre haverá "uma superfície para o artista dizer alguma coisa com arte".

 

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