'Mandrake' está de volta à HBO

"No fundo, todos nós queremos a mesma coisa: amor, sexo e consideração. Se rolar um dinheiro, melhor ainda". A filosofia de Mandrake está de volta à HBO, cunhada por um Marcos Palmeira mais charmoso e sedutor do que nunca.

AE, Agência Estado

09 de novembro de 2012 | 11h01

Um telefilme que é a continuação da série que estreou em 2005 e seguiu em 2007 será exibido amanhã a partir das 20h15, e também no próximo sábado. A primeira parte tem 80 minutos e foi apresentada a jornalistas ontem. Termina com um "quem matou?"

Um caso para Mandrake e seus asseclas: o velho companheiro de escritório de advocacia Wexler (Miéle) o tira da delegacia de homicídios de Raul (Marcelo Serrado, finalmente livre dos trejeitos de Clô e Tonico Bastos, os últimos personagens na TV).

A gatinha Bebel (Erika Mader) está em Londres e enlouquece Mandrake com um streap-tease via Skype. Com o affair mexicano Amparo (Giselle Itié), ele tem cenas bem quentes, com direito a nu frontal (na contraluz).

O defunto é um milionário cafajeste vivido por Carlos Alberto Riccelli. Ele aparece morto no jardim de sua mansão depois de uma festa de arromba. A mulher, traída e humilhada por ele, duas amantes, há vários suspeitos. Lançando mão da malandragem e métodos tortos, só Mandrake, que vinha trabalhando para a vítima, poderá decifrar o crime.

"Esse telefilme pra gente é como se fosse uma premiação para um programa que se tornou popular num canal que nem é tão popular no Brasil", contou Palmeira depois da exibição. Ele sempre quis voltar a vestir o terno do advogado do submundo carioca. "É um personagem muito rico, de uma vida bem mais interessante do que a minha".

"Por mais que eu me dedique, não existiria esse glamour, esse charme, se o Mandrake não fosse o Marquinhos", disse o diretor, produtor e autor dos textos, Zé Henrique Fonseca. Filho de Rubem Fonseca, o criador do Mandrake, ele começou adaptando seus textos, mas depois passou a criar histórias originais.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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