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Mais risos do que nunca

Márcia Cabrita, Aloísio de Abreu e Luís Salém celebram 21 anos de sucesso

Roberta Pennafort, O Estado de S.Paulo

29 de março de 2011 | 00h00

Subverter é "causar agitação, revolucionar". Subversões é o espetáculo humorístico musical que faz isso há 21 anos, com intervalos, mas sempre com muito sucesso. O power trio com Aloísio de Abreu, Luís Salem e Márcia Cabrita, dirigido por Stella Miranda, estará até 18 de maio no horário nobre do Teatro do Leblon.

Na reestreia, dia 17, suas hilárias paródias, das clássicas Meu Nome É Creuza (versão de O Amor e o Poder, hit da cantora Rosana nos anos 80) e Pizzaria Guanabara (brincadeira com Estrangeiro, de Caetano Veloso), à novíssima Gargalhada Já (Bad Romance, com Márcia de Lady Gaga), atraíram um público que já rira deles e com eles em edições anteriores. E também artistas que participaram do Prêmio Subversões, realizado "misticamente a cada sete anos", brinca Aloísio.

"Não tem razão especial para isso, mas fizemos em 1997, 2004 e agora. Resolvemos dar uma festa para celebrar esses 21 anos", conta o ator e autor, junto com Salem, das versões do texto e das categorias bizarras do prêmio.

Se Mart"nália já foi agraciada como "homem do ano", em 2011 Bruno Mazzeo ficou com o título de "melhor stand-up", ao que agradeceu: "Estou muito honrado, até porque eu não faço stand-up".

Eles premiaram também habitués, como a modelo Luiza Brunet e a atriz Cissa Guimarães. "São 21 anos juntos, e a química dos três temperamentos muito diferentes continua dando certo", ressalta ainda Aloísio.

Não foram 21 anos seguidos - nos primeiros 14, o espetáculo percorreu palcos do Rio de Janeiro e do País e os três amigos não pararam. Eles contam no palco a lista de lugares já extintos no Rio em que um dia estiveram. Em janeiro, reestrearam com o nome de Subversões 21, no Teatro dos Quatro. Viram que ainda tinham fôlego e migraram para o Teatro do Leblon. Na maioridade: "Mais maduros, mais ricos, mais velozes, mais furiosos".

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