EFE
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Maior edifício irregular do mundo será inaugurado em Seul

Estrutura criada pela arquiteta Zaha Hadid terá espaço para manifestações culturais

O Estado de S. Paulo

07 de março de 2014 | 11h12

Concebido pela renomada arquiteta Zaha Hadid e rotulado como “o maior prédio irregular no mundo”, o Dongdaemun Projeto Plaza & Park ( DDP) abrirá suas portas no coração de Seul no dia 21, com o objetivo de atrair mais de cinco milhões de visitantes no ano.

A estrutura futurista de curvas sinuosas com mais de 45 mil painéis de alumínio terá em seus 84.574 metros quadrados museus, auditórios, espaços comerciais e eventos internacionais relacionados a design.

“Queremos ser um centro de design em geral, tanto na Coreia do Sul quanto no leste da Ásia”, disse o diretor do DDP , Hyun Dae-hyeon, na apresentação do espaço à mídia estrangeira. O Dongdaemun Projeto Plaza & Park espera receber cerca de 5,5 milhões de visitantes a cada ano para recuperar o investimento substancial, de aproximadamente 484.000 mil milhões de wons (329 milhões de euros), para a sua construção, que começou em 2009.

O prédio é composto por cinco áreas, incluindo o Art Hall, que abrigará 5 mil metros quadrados em suas convenções, desfiles, concertos, exposições e a Semana de Moda de Seul, principal evento do setor no país. O Museu, que ocupa 7 mil metros quadrados, vai abrigar exposições permanentes e temporárias, além de uma sala com efeitos de luz e som, enquanto o Design Lab vai proporcionar um espaço para que os artistas apresentem, promovam e comercializem suas obras.

O Design Market será um espaço para compras aberto 24 horas, 7 dias por semana, em sintonia com a tradição de Dongdaemun, conhecido como “o bairro que nunca dorme”, pois muitas das suas lojas ficam abertas durante a noite.

Por fim, o Parque da História e da Cultura de Dongdaemun terá 4 mil metros quadrados de verde e galerias dedicadas a arte, história e desenho. Zaha Hadid, a projetista, se tornou a primeira mulher a receber o Prêmio Pritzker de Arquitetura e também é famosa por seus desenhos de objetos do cotidiano, como móveis e sapatos. A arquiteta, de origem iraquiana, reside no Reino Unido e terá um espaço próprio no complexo, onde algumas de suas obras serão expostas. (Com informações da EFE)

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