Macbeto abre série inédita na Cultura

Scooby-Doo 2: Monstros à Solta

LUIZ CARLOS MERTEN , O Estado de S.Paulo

28 de abril de 2012 | 03h09

21H15 NO SBT

(Scooby-Doo 2: Monsters Unleashed). EUA, 2004. Direção de Raja Gosnell, com Freddie Prinze Jr., Sarah Miche-lle Gellar, Matthew Lillard, Linda

Cardellini.

O segundo filme da série confirma as qualidades do primeiro, também de Raja Gosnell. Os atores estão todos perfeitos nos papéis - Freddie Pinze Jr. e Matthew Lillard nasceram para ser Fred e Salsicha -, o cão, Scooby-Doo, é um prodígio de técnica e a história tem aquela observação humana que já caracterizava o filme que o diretor fez na série Esqueceram de Mim. Na trama, os amigos da Mistérios S.A.nvestigam o sujeito mascarado que, em Coolsville, ativa máquinas de monstros para dominar o lugar. Reprise, colorido, 92 min.

Macbeto

22H15 NA CULTURA

Brasil, 2011. Direção de Danilo Solferini, com Sérgio Guizé, Milhem Cortaz, Lourenço Mutarelli, Bosco Brasi.

A nova série de telefilmes da Cultura deve apresentar quatro títulos, agrupados em torno ao tema 'gente da cidade'. Este é o primeiro, sobre diretor de teatro que transpõe o Macbeth, de Shakespeare, para o mundo do ringue, escolhendo um pugilista (Trovão). Um programa mais do que simplesmente promissor, pelos talentos envolvidos - e cabe ressaltar que Gabriel Villela ensaia atualmente o seu Macbeth, com Marcelo Anthony (e Cláudio Fontana como a lady), com estreia em junho. Na sequência, e sempre aos sábados, virão os outros três telefilmes - A Performance, de Mauro Baptista Vedia e Luis Dantas, Fios de Ovos, de Maíra Bühler e Matias Mariani; e Irina, de Sabrina Breve. Inédito, colorido, 52 min.

As Vidas de Maria

22H30 NA TV BRASIL

Brasil, 2005. Direção de Renato

Barbieri, com Ingra Liberato, Cláudio Jaborandy, Adriano Siri, Dora Wainer.

A vida de Maria, protagonista do filme de Renato Barbieri, se confunde com a de Brasília. Ela nasceu no dia em que a Capital Federal foi inaugurada, a mãe morreu no parto, o pai sumiu e Maria é criada pelo motorista de um deputado. A simples presença de Ingra Liberato contribui para tornar o programa atraente. Reprise, colorido, 76 min.

Diamante de Sangue

22H45 NO SBT

(Blood Diamond). EUA, 2006. Direção de Edward Zwick com Leonardo DiCaprio, Jennifer Connelly, Jimi Mistry.

Leonardo DiCaprio faz mercenário que se liga a africano que descobriu o diamante do título. Na conturbada Serra Leoa dos anos 90, marcada por corrupção, violência e disputas tribais, a vida de ambos fica por um fio. É um dos melhores papéis de DiCaprio e a estrutura romanesca do relato - Jennifer Connelly faz repórter que tem um affair com o homem de armas - prende a atenção. Reprise, colorido, 138 min.

Pacto de Sangue

23H15 NA CULTURA

(Double Indemnity). EUA, 1944.

Direção de Billy Wilder, com Barbara Stanwyck, Fred MacMurray.

A emissora reprisa o clássico noir de Billy Wilder, baseado na história de James M. Cain que traz Barbara Stanwyck como mulher fatal. Ela envolve o vendedor Fred MacMurray para que ele a ajude a matar o marido. Direção, elenco, clima, tudo contribui para a força do filme. Reprise, colorido, 107 min.

Maldita Sorte

23H20 NA GLOBO

(Good Luck Chuck). EUA, Canadá, 2007. Direção de Mark Helfrich, com Dane Cook, Jessica Alba, Dan Fogler, Ellia English, Sasha Pieterse.

Vítima de maldição lançada quando era menino, um homem não consegue ter nenhum relacionamento amoroso sólido. O frustrante, para ele, é que as mulheres querem transar, porque se cria a lenda de que, logo após lhe darem o fora, elas encontram os homens de suas vidas. Daí o título, 'maldita sorte'. O herói é condenado a fazer sexo sem amor. Tema meio inesperado para comédia. vale arriscar, até porque Jessica Alba é bela e já mostrou talento. Reprise, colorido, 101 min.

TV Paga

Os Incompreendidos

16H15 NO TELECINE CULT

(Les 400 Cents Coups). EUA, 1959. Direção de François Truffaut, com Jean-Pierre Léaud.

O primeiro longa de Truffaut não só inicia a série autobiográfica de Antoine Doinel como foi considerado, na época, o cartão de apresentação da nouvelle vague. Como tal, teve acolhida excepcional em Cannes e ganhou o prêmio de direção (no ano em que Alain Resnais, com Hiroshima, Meu Amor, teve o prêmio da crítica). Conta a história de garoto que cresce revoltado, numa família disfuncional. A emissora prossegue com uma programação dedicada a Truffaut/Léaud/Doinel e apresenta, na sequência, Antoine e Colette, às 18 h; Beijos Proibidos, 18H40; e Domicílio Conjugal, 20h15. Reprise, colorido, 110 min (só o primeiro).

Meia-Noite em Paris

22 H NO MAX

(Midnight in Paris). EUA, 2011. Direção de Woody Allen, com Owen Wilson, Rachel McAdams, Michael Sheen, Kathy Bates, Tom Hiddleston, Marion Cotillard, Léa Seydoux.

Chega à TV paga o melhor filme de Woody Allen nos últimos tempos, e também seu maior sucesso de público. Na série de filmes-viagens (por Londres e Barcelona), ele chega agora a Paris, onde um escritor - Owen Wilson, mais Allen que o próprio - vive a estranha situação de regressar aos anos 1920, quando a capital francesa era uma festa, com todos aqueles grandes autores (Ernest Hemingway, Scott Fitzgerald, Gertrud Stein, etc.). Inteligente, divertido e pródigo em referências, não apenas literárias, mas também sobre a vanguarda da época nas artes visuais. Inédito, colorido, 100 min.

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