MAC une obras de seu acervo e novas aquisições

O MAC teve início quando o empresário Francisco Matarazzo Sobrinho (1898- 1977), o Ciccillo, doou sua coleção particular de 429 obras à instituição, na década de 1960. Ao longo do tempo, o museu foi recebendo outros acervos - entre eles, as obras premiadas na Bienal de São Paulo e as mais de mil peças da antiga coleção do Museu de Arte Moderna - chegando hoje a guardar cerca de 10 mil trabalhos, como conta a atual diretora do MAC, Elza Ajzenberg.Para homenagear Ciccillo, o "motivador" do museu, a instituição preparou uma mostra que parte da figura do colecionador - partindo do gosto e visão pessoal do empresário, a exposição reúne uma seleção de 121 obras, muitas delas feitas por artistas fundamentais da história da arte mundial e brasileira (Kandinsky, Picasso, Miró, Modigliani, Tarsila, Anita e Portinari, De Chirico, Morandi...)A coleção particular de Ciccillo, iniciada em 1946, reúne tantas obras importantes a ponto de o MAC ter uma fonte inesgotável de recortes e curadorias para mostrá-las. Mas, desta vez, o caminho escolhido foi o de apenas fazer uma seqüência que começa com as obras do lote inicial da coleção de Ciccillo - algumas nunca exibidas -, estendendo-se para os desdobramentos dessa doação inicial (ou seja, outras doações que ocorreram depois, até hoje, com obras contemporâneas). Ciccillo tinha gosto inicial por pintura clássica. "Depois, comecei a ver a evolução da arte...", afirmou. Ciccillo - Acervo MAC USP. R. da Reitoria, 160, Cidade Universitária, 3091-3039. 10h/18h (sáb., e dom., até 16h; fecha 2.ª). Grátis. Abertura hoje, 18h30

Agencia Estado,

09 de fevereiro de 2006 | 13h11

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