Luma critica leilão de seu biquíni

Luma de Oliveira se diz assustada de saber que foram postos à venda o biquíni vermelho de paetês e as sandálias que usou para posar para a Playboy deste mês. E já pensou numa solução para que a calcinha e o sutiã não caiam em mãos estranhas: pedir ao marido, o empresário Eike Batista, que arremate as peças no dia 21, quando se encerram as vendas. "Isso me expõe demais. Vivo dando roupas a amigas e às passistas da Viradouro. Mas calcinha, nunca! Quando não quero mais, jogo fora", conta. Até ontem à tarde, no site MercadoLivre.com, o biquíni e o par de sandálias estavam cotados a R$ 1.575 e mais de 77 mil internautas já haviam acessado a página desde o dia 9 de maio, quando as peças foram colocadas em leilão. Além do ranking com os lances, que começou com R$ 1, há fotos de Luma e perguntas de prováveis compradores. Querem saber o número do calçado (37) e se o biquíni terá o autógrafo da musa. Para que não reste dúvida, o MercadoLivre garante certificado de autenticidade fornecido pela Playboy. Em fevereiro, um leilão realizado em parceria entre MercadoLivree Abril.com pôs à venda a miniblusa e a minissaia da tenista Vanessa Menga, arrematadas por R$ 1.860 mil. As saias de bambu das Sheilas do Tchan, o biquíni da Danielle Winits e o biquíni da Helen Ganzarolli saíram por R$ 360, em leilão posterior. Em março, a correntinha, os pingentes e o biquíni da assistente de palco de Luciano Huck, Dani Bananinha, bateram recorde: foram vendidos por R$ 2 mil. "O biquíni, confeccionado especialmente para as fotos, e as sandálias ficaram com a produção da revista. Ninguém informou que destino daria às peças", diz Luma. Ela afirma que se fosse consultada poderia deixar que leiloassem as sandálias "ou até mesmo o lençol usado nas fotos". Ela teme um "efeito bola de neve". "Alguém pode comprar o biquíni e passá-lo adiante. E nunca vou saber o que estão fazendo com ele, usando o meu nome." Stelleo Tolda, presidente do MercadoLivre.com, conta que o pagamento pelos itens arrematados é feito diretamente à revista Playboy, que repassa ao site uma taxa de 4% sobre a venda. "Isso é feito com todos os nossos parceiros, é de praxe. Quando o vendedor é a Playboy, ela é que recebe o pagamento. Somos apenas os intermediários e não temos contato com as modelos."

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