Londrina destaca ala estrangeira

Mais antigo e tradicional evento de teatro do País, o Festival Internacional de Londrina abre hoje sua 42.ª edição, que se estende até o dia 27. Com uma seleção de 50 espetáculos, 16 deles estrangeiros, a programação terá início com o infantil A Lenda do Príncipe Que Tinha Rosto (RJ).

, O Estado de S.Paulo

10 de junho de 2010 | 00h00

Na sequência, devem desfilar pelos palcos do festival montagens como Memória da Cana, da paulistana Os Fofos Encenam, e A Tempestade, da companhia portuguesa Chapitô, que comparece com uma versão cômica do clássico de Shakespeare.

Para escolher a programação, conta o curador Luiz Bertipaglia, o critério foi a diversidade de técnicas e estilos. Sem estreias, a ala nacional concentra-se no circuito do Sudeste, e traz espetáculos já consagrados em suas praças de origem, caso do carioca Acorda, Zé! A Comadre Está de Pé, ou que tenham feito uma promissora carreira em outros festivais, como a bela montagem da Cia. Luna Lunera, Aqueles Dois. "Pensei em trazer peças que tivessem relevância na cena nacional para que pudessem ser vistas pelo nosso público de Londrina", explica Bertipaglia.

Na ala internacional, que reúne montagens de dez países, estão as maiores apostas da curadoria. Entre os destaques, Dies Irae, En el Réquiem para Mozart, espetáculo de teatro e dança da companhia espanhola de Marta Carrasco, e Guerra, releitura do italiano Pippo Delbono para a Odisseia, de Homero. / M.E.M

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