Londres inaugura Twenty Four, um bar futurista interativo

Local possui um sistema revolucionário de projeção que interage com os clientes

Ansa,

07 de setembro de 2007 | 19h33

O bar do futuro que identifica o que o cliente está bebendo e quando deve pedir outra dose irá abrir suas portas neste sábado, no centro de Londres. Twenty Four: London, este é o nome do local, que, entre outras coisas, possui um sistema revolucionário de projeção que interage com os clientes, enquanto que no balcão do bar uma tela sensível ao calor mostra uma marca cada vez que alguém apóia a mão nele. Uma luz especial adverte o barman que alguém quer fazer um pedido.  Site do bar  Todo o bar, realizado pelo custo de 15 milhões de euros e que estará acessível apenas para sócios, é decorado com telas gigantes capazes de "transportar" as pessoas a qualquer lugar, de uma praia no Havaí ao Grand Canyon.As projeções, controladas por um sofisticado sistema de sensores, são também interativas: nas telas pode aparecer um aquário virtual, com um peixe digital que "segue" o cliente. "A maior parte dos clubes são apenas de cantos escuros e nós quisemos tentar alguma coisa diferente", disse Cris Calarco, fundador do local, que explica: "As paredes são telas sobre as quais podem aparecer tudo aquilo que quisermos, transportar as pessoas a qualquer lugar do mundo ou espelhar aquilo que acontece no exterior". Quando se apóia um drinque no balcão, a forma da borda do copo vem digitalizada e dela se deduz o tipo de bebida, tornando mais fácil pedir a mesma coisa. As pessoas podem jogar com as carpas interativas ou dançar e ver como as "sombras térmicas" copiam cada movimento. O local, que pode receber até 400 pessoas e que se localiza na Kingly Street, nos arredores da célebre Carnaby Street, permite também a quem organiza festas temáticas ou eventos específicos de combinar música, tipo de coquetel e projeções de acordo com a atmosfera escolhida. Centenas de luzes LED instaladas em todo o estabelecimento, tornam possível escolher entre mais de mil combinações de cor. Nas telas podem ser projetadas obras de arte, ou até mesmo desfiles inteiros de moda. "Pode-se escolher as cores dominantes, assim adaptando-as aos vestidos. Pode-se escolher tudo", acrescentou Calarco.    

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