Livro traz crônicas "jornalisticamente incorretas"

A dificuldade de se enquadrar nas regras dos manuais de redação inspirou o livro Jornalisticamente Incorreto da pernambucana Marilene Felinto que acaba de ser lançado pela Editora Record. Os temas transitam entre política, religião, mercado, comportamento, esporte, culinária, história, contrabando, amor, desigualdades sociais, e, inevitavelmente, imprensa e jornalismo. A autora conta que a profissão a tornou mais dura. "Tornei-me um pouco homem depois de ingressar no mundo engravatado do jornalismo", diz.A obra, dividida em seis capítulos, reúne 82 textos publicados em sua coluna no jornal Folha de S. Paulo, entre 1997 e 1999. Marilene Felinto formou-se em português e inglês, língua e literatura pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas daUSP em 1981. Desde então escreveu os romances As Mulheres de Tijucopapo e O Lago Encantado de Grongonzo, além de um ensaio biográfico sobre Graciliano Ramos. Em 1983, recebeu o prêmio Jabuti na categoria Autor Revelação.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.