Livro retrata 25 anos de história do grafite

A mesma centelha que levou o homem a retratar o cotidiano em paredes de cavernas e rochas motiva jovens do mundo todo a atacar os muros das cidades com desenhos coloridos: o grafite. Um livro que conta a história do grafite paulistano, uma revista, oficinas e exposições põe em evidência, a partir desta semana, essa arte que tenta ser aceita sem perder seu caráter contestador e marginal. O responsável pela coletânea que vai esquadrinhar quase 25 anos de grafite na cidade é o designer gráfico Marcos Mello, 35 anos. Ele é o responsável pelo livro Graffiti São Paulo Brasil (Ed. Master Book, cerca de R$ 60), um calhamaço de quase 300 páginas com fotos do acervo pessoal de 40 artistas, que será lançado ainda neste semestre e traça uma cronologia do grafite - paulistano, principalmente, mas com pinceladas em outras cidades do País."Por ser uma arte efêmera, ela merecia um registro mais sério. A foto mais antiga, de 1976, é um trabalho de Alex Vallauri", diz o designer. O livro traz obras de grandes nomes do grafite em Sampa, como Zé Carratu, Rui Amaral e Oséas Duarte.Leia mais

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