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Livro narra os crimes mais notórios do mundo

Os ataques de Bin Laden aos EUA em 11 de setembro e a morte de John Lennon são lembrados por Paul Donnely

AE, Agência Estado

09 de maio de 2011 | 11h08

A morte de Osama Bin Laden, há uma semana, foi celebrada por muita gente ao redor do mundo. O atentado terrorista nas Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York, em 11 de setembro de 2001, é indiscutivelmente um dos crimes mais notórios da História. Além desse episódio, outros 500 crimes foram listados no livro "501 Crimes Mais Notórios", organizado por Paul Donnelley, da editora Larousse. Osama Bin Laden é citado duas vezes: por causa do 11 de Setembro e quando o terrorista promoveu um atentado em diversas cidades do leste da África, em 1998, matando 212 pessoas e ferindo mais de 4 mil.

A obra é dividida por modalidades, como traição, pirataria, anarquia, terrorismo, golpes, trapaças, fraudes, corrupção, roubos, assassinatos, tráfico, contrabando, assassinatos em série, sequestros e crimes sem solução. Mais do que conhecer detalhes desses crimes, a obra permite que o leitor tenha um panorama da história da humanidade. É o caso, por exemplo, de quando o livro cita o assassinato do 16º presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln, em 1865, e também de outro presidente americano, John Kennedy, em 1963. A obra cita, também, crimes como o escândalo de Watergate, que derrubou o presidente Richard Nixon, e os massacres nas escolas de Columbine e em Virginia Tech. Todos foram atos que mudaram a história do país mais poderoso do mundo.

Mas há outros assassinatos igualmente marcantes, como do arquiduque do império austro-húngaro, Francisco Ferdinando, em 1914, que desencadeou a 1ª Guerra Mundial, e do russo Leon Trotsky, no México, em 1940, que foi um dos arquitetos da Revolução Russa, morto a mando de Lenin. Outro caso contado no livro é o fuzilamento de Mata Hari, acusada de trabalhar, durante a 1ª Guerra, para os alemães, franceses e russos, ao mesmo tempo. O livro desmente a versão de que Mata Hari era espiã, dizendo que a dançarina era também prostituta e buscava apenas ganhar dinheiro sem nunca ter passado informações para os envolvidos. A morte de John Lennon, em 1980, também é lembrada.

Outros fatos históricos descritos no livro viraram filmes, como a morte do escocês William Wallace, em 1305, que lutou pela independência do país. No cinema, o papel foi interpretado por Mel Gibson. A vida de John Dillinger, considerado na década de 20 o inimigo público número um dos Estados Unidos, também virou filme, com Johnny Depp no papel principal. Há até um fato bíblico no livro: o assassinato de Abel, morto pelo irmão Caim. Como, segundo a Bíblia, eles eram filhos de Adão e Eva, esse seria, então, o primeiro assassinato do mundo. As informações são do Jornal da Tarde.

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