Lista. Veja a relação completa dos premiados em

Das artimanhas de Carminha, na novela Avenida Brasil, à sensualidade de Hermila Guedes no filme Era Uma Vez Eu, Verônica, sem se esquecer da mostra do Impressionismo que lotou o Centro Cultural Banco do Brasil até de madrugada e o álbum Tudo Tanto, de Tulipa Ruiz - o melhor da produção cultural de 2012 foi escolhido, na noite de segunda-feira, por 61 profissionais que são membros da Associação Paulista de Críticos de Artes, a APCA.

UBIRATAN BRASIL, O Estado de S.Paulo

12 de dezembro de 2012 | 02h10

Reunidos no Sindicato dos Jornalistas do Estado de S. Paulo, eles escolheram os melhores de 2012 nas seguintes categorias: arquitetura, artes visuais, cinema, dança, literatura, música popular, música erudita, rádio, teatro, teatro infantil e televisão. A cerimônia de entrega de todos os prêmios está marcada para 12 de março de 2013, às 20 horas, no Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros, em São Paulo. Para dirigir a cerimônia, foi convidado o diretor Fernando Cardoso.

Como acontece desde 2009, a diretoria concede um troféu especial a uma personalidade com trabalho relevante na arte- neste ano, a homenagem será ao escritor, historiador e crítico Sábato Magaldi, pela contribuição às artes e à cultura brasileira.

Em algumas áreas, houve unanimidade, como a novela Avenida Brasil, exibida com grande sucesso pela TV Globo: além do grande prêmio da crítica (dividido entre o autor João Emanuel Carneiro e os diretores Ricardo Waddington, Amora Mautner e José Luiz Villamarin), o folhetim das 21 horas teve também Adriana Esteves e José de Abreu como os melhores protagonistas do ano.

No cinema, os críticos preferiram dividir o prêmio especial entre dois documentários que trataram, com olhares bem distintos, do mesmo assunto: Tropicália, de Marcelo Machado, e Futuro do Pretérito -Tropicalismo Now!, de Ninho Moraes e Francisco César Filho. Por seu intenso trabalho em Era Uma Vez Eu, Verônica, Hermila Guedes foi escolhida a melhor atriz, enquanto Júlio Andrade faturou como ator pela incrível semelhança que conseguiu como Gonzaguinha em Gonzaga, de Pai pra Filho, filme de Breno Silveira.

Já os críticos de teatro preferiram diversificar a votação, permitindo que as melhores produções recebessem apenas um prêmio. Assim, a fantástica pesquisa e encenação promovida pelo grupo Teatro da Vertigem em Bom Retiro 958 Metros propiciou o prêmio de direção para Antônio Araújo.

Na atuação, houve empate entre atores (Eduardo Okamoto e Antônio Salvador dividiram o prêmio por Recusa), e Dani Barros, por sua vibrante interpretação no monólogo Estamira - Beira do Mundo, foi eleita como atriz.

Já Ricardo Lísias, por sua habilidade de criar situações narrativas muito originais, foi escolhido o autor do melhor romance do ano, O Céu dos Suicidas, editado pela Alfaguara.

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