Leilão de arte no Rio decepciona

O mercado de arte se retraiu e o segundo leilão da Bolsa de Artes em 2002, anteontem no Copacababa Palace, foi fraco. Um terço dos lotes não foi vendido e poucos atingiram o preço máximo. Os mais caros foram um Antônio Bandeira, Soleil sur Paysage Bleu, que saiu por R$ 210 mil, e um Iberê Carmargo, da série Carretéis, que alcançou R$ 170 mil. Para o presidente da Bolsa, Jones Bergamin, a instabilidade financeira e o adiamento do leilão atrapalharam o pregão. "Muitos compradores não ficaram na cidade", justificou. Ele considera positivo o resultado obtido com as fotos oferecidas e a movimentação do mercado. "Marchands deram lances, o que indica interesse de compradores anônimos."

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.