Ladrões de bronze furtam escultura de Henry Moore

A peça Relógio de Sol 1965 vale até 770 mil dólares, de acordo com a polícia britânica

Reuters

13 de julho de 2012 | 12h41

LONDRES - Um relógio de sol esculpido em bronze pelo famoso artista britânico Henry Moore foi furtado, e a polícia acredita que o interesse dos ladrões seja derreter a peça e vender o metal.

A peça Relógio de Sol 1965, formada por duas luas crescentes de bronze, vale até 500 mil libras (770 mil dólares), segundo a polícia.

O furto aconteceu em frente a uma antiga residência campestre de Moore (1898-1986), em Hertfordshire, na noite de terça-feira, 10 ou madrugada de quarta, 11.

Richard Calvocoressi, diretor da Fundação Henry Moore, lamentou o furto, e disse que a fundação já havia adotado nos últimos anos medidas de segurança adicionais para proteger as esculturas do artista, depois do furto de outra obra em bronze, em dezembro de 2005.

O cobre, principal componente do bronze, mais do que duplicou de preço nos últimos três anos, o que estimula o roubo de obras de arte metálicas, placas comemorativas, tampas de bueiros e fios elétricos.

Em dezembro de 2011, uma obra abstrata em bronze da artista Barbara Hempworth, também avaliada em 500 mil libras, foi furtada de um parque londrino.

O governo britânico anunciou em abril que pretende adotar no segundo semestre novas medidas para coibir o furto de metais.

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