Kaki King, a heroína da guitarra

Em 2007, a revista norte-americana "Rolling Stone" deu uma capa intitulada "Os Novos Deuses da Guitarra", e ela era a única mulher a integrar aquele time. Bonita, veloz, inteligente, lésbica assumida: aos 32 anos, a guitarrista Kaki King é hoje uma solitária representante do gênero "guitar heroin", e largamente celebrada por seus pares, gente como Eddie Vedder (Pearl Jam), Dave Grohl (Foo Fighters), John McIntire (do Tortoise), entre outros.

AE, Agência Estado

14 de março de 2012 | 10h17

"Muita gente ressalta isso em artigos e reportagens, e eu fico grata por me destacarem, mas há muitas outras guitarristas mulheres, além de homens, e isso não é algo realmente interessante para mim", desabafou a violonista e guitarrista à reportagem ontem à noite, já em São Paulo.

Ela toca no Sesc Ipiranga hoje e amanhã, às 21h. No ano passado, ela esteve no Brasil e já fez algumas novas amizades no País - uma delas com o percussionista brasileiro João Parahyba, do lendário combo de samba jazz Trio Mocotó, que lhe deu umas aulas de pandeiro.

Kaki é o codinome de Katherine Elizabeth King, nascida em Atlanta, Georgia, em 24 de agosto de 1979. No início da carreira, ela chegou a tocar no metrô de Nova York, tornando-se uma espécie de "residente" da Linha L. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

KAKI KING - Sesc Ipiranga. Rua Bom Pastor, 882, telefone 3340-2000. Hoje e amanhã, 21 h. Ingressos: R$ 12 (inteira). Classificação: 10 anos.

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