Justiça ordena dois homens a ficar distantes de Britney Spears

Juíza determina que Sam Lutfi e seu advogado mantenham distância da pop star por três anos

REUTERS

29 de abril de 2009 | 10h16

Uma juíza ordenou na terça-feira, 29, que Sam Lutfi, que se declarava empresário de Britney Spears, fique longe da pop star por três anos, após o pai da cantora ter acusado Lufti de tentar arruinar a vida tutelar de Britney.

A juíza Aviva Bobb, da Corte Superior de Los Angeles, também emitiu a mesma ordem ao advogado Jon Eardley, que se apresentava como advogado de Britney Spears.

O tribunal ordenou que Lutfi e Eardley, cujos advogados argumentaram que tal determinação era injustificável, ficassem a ao menos 100 metros de distância de Britney, sua família e sua casa.

A ordem de três anos ampliou um mandato já existente contra Lutfi e Eardley que Bobb emitiu no início deste ano.

A corte colocou Britney sob um regime de tutela no ano passado, após a cantora ter sido internada para avaliação psiquiátrica. O pai da cantora, Jamie Spears, disse que seu controle sobre os assuntos profissionais da filha permitiu que Britney lançasse sua atual turnê Circus.

Um advogado de Jamie Spears argumentou que Lutfi e Eardley incomodam frequentemente a cantora de 27 anos, e que Eardley apresentou ações legais em nome da artista, mesmo que não a represente oficialmente.

(Reportagem de Alex Dobuzinskis)

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