Júri delibera pelo 2o dia em julgamento de médico de Jackson

Um júri de Los Angeles deliberava pelo segundo dia nesta segunda-feira no julgamento do médico acusado de homicídio culposo pela morte de Michael Jackson.

REUTERS

07 de novembro de 2011 | 16h50

O júri composto por sete homens e cinco mulheres começou as deliberações na sexta-feira, após seis semanas de audiência no julgamento do Dr. Conrad Murray, e se reuniu novamente nesta segunda-feira após uma folga no fim de semana.

Murray, de 58 anos, que foi contratado para cuidar de Jackson enquanto ele preparava uma série de shows de retorno em 2009, alegou inocência das acusações de homicídio culposo, ou negligência grave enquanto tratava do cantor. Ele não testemunhou no julgamento e pode pegar até quatro anos de prisão se for condenado.

Murray estava ao lado de Jackson quando o astro pop, de 50 anos, foi encontrado sem respirar em sua mansão alugada em Los Angeles, em 25 de junho de 2009. Mais tarde ele foi dado como morto em consequência de uma overdose do poderoso anestésico propofol combinado com sedativos.

Murray admitiu ter dado a Jackson uma pequena dose de propofol para ajuda-lo a dormir, mas seus advogados tentaram convencer o júri que o cantor de alguma forma usou uma dose extra do medicamento, sem o conhecimento de Murray e, assim, se matou.

Os promotores alegam que Murray é culpado de negligência grave ao administrar o medicamento dentro de uma casa, sem monitorar Jackson, por ter demorado para ligar para a emergência e ter omitido aos médicos que ele havia dado propofol ao cantor.

(Reportagem de Jill Serjeant)

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