EFE
EFE

Juiz nega fiança a médico condenado por morte de Michael Jackson

Conrad Murray deve permanecer preso enquanto recorre da sentença

Reuters,

24 Fevereiro 2012 | 17h28

LOS ANGELES - O médico condenado pela morte de Michael Jackson, Conrad Murray, deve permanecer preso enquanto recorre da sentença porque corre o risco de fugir se for liberado sob fiança, determinou um juiz de Los Angeles nesta sexta-feira.

O juiz Michael Pastor, da Corte Superior de Los Angeles, rejeitou o pedido do médico Conrad Murray para ser liberado até que sua apelação à condenação por homicídio culposo pela morte do cantor seja julgada.

Pastor disse nesta sexta-feira que acreditava que Murray, que nasceu em Grenada e trabalhava em Las Vegas e Texas antes de ser contratado para cuidar de Jackson em 2009, poderia fugir se libertado.

Murray, de 59 anos, começou a cumprir a pena de quatro anos de prisão em novembro do ano passado, depois de ser condenado por um júri pela morte involuntária do cantor de Thriller.

O médico admitiu ter dado sedativos a Jackson e uma dose do poderoso anestésico propofol para ajudá-lo a dormir na manhã do dia em que morreu, 25 de junho de 2009, mas Murray negou negligência criminosa.

Murray, que não estava presente na audiência desta sexta-feira, entrou com pedido de fiança, prisão domiciliar ou monitoramento eletrônico enquanto aguarda o julgamento de sua apelação, o que poderá levar, de acordo com o médico, mais de um ano para acontecer.

Mas promotores argumentaram que ele poderia fugir da Califórnia, que era um perigo à comunidade e que não demonstrou remorso por sua parte na morte de Jackson.

Mais conteúdo sobre:
Michael Jackson Conrad Murray música pop

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.