Juiz diz a Mel Gibson: 'Agora você está por conta própria'

O ator e diretor premiado com o Oscar Mel Gibson, que chamou atenção em 2006 com os insultos anti-semitas que lançou ao ser preso por dirigir embriagado, foi autorizado por um juiz na quarta-feira a concluir sua liberdade condicional sem precisar comparecer novamente ao tribunal. O juiz da Corte Superior Lawrence Mira disse a Gibson, 52 anos, que ele completou as exigências de sua confissão de culpa e que não precisará mais reportar-se ao tribunal. "A partir de agora você estará por conta própria, contando apenas com grupos de auto-ajuda, então esta será a fase mais difícil para você", disse Mira a Gibson durante audiência rápida em Los Angeles, desejando-lhe boa sorte em sua reabilitação. O ator falou no tribunal apenas para agradecer ao juiz. Gibson foi preso por dirigir alcoolizado em 28 de julho de 2006, perto de sua casa, em Malibu, Califórnia. O incidente provocou um frenesi na imprensa quando o boletim da polícia mostrou que Gibson fez declarações anti-semitas ao policial que o deteve. Mais tarde, ele pediu desculpas por suas palavras, e, depois de não contestar a acusação de dirigir alcoolizado, foi condenado a três anos de liberdade condicional, a pagar multa de 1.400 dólares e seguir um programa de reabilitação de alcoólatras. Gibson, que tornou-se astro de Hollywood com sua atuação em "Mad Max", de 1979, recebeu um Oscar de melhor diretor por "Coração Valente", de 1995. Em 2004, "A Paixão de Cristo" tornou-se um dos filmes de maior bilheteria da década.

REUTERS

14 Fevereiro 2008 | 11h22

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