Juiz adia sentença em processo contra Lindsay Lohan por furto

Um juiz deu à atriz Lindsay Lohan e à promotoria, na quinta-feira, mais duas semanas de prazo para chegarem a um acordo judicial relativo à acusação contra Lohan de ter furtado um colar de 2.500 dólares de uma joalheria em janeiro.

REUTERS

10 de março de 2011 | 15h39

No início de fevereiro, Lohan, de 24 anos, declarou-se inocente da acusação de furto qualificado, e um juiz da Califórnia deu a ela até esta quinta-feira para chegar a um acordo com a promotoria.

Mas o advogado da atriz e um promotor não conseguiram fechar um acordo, e o juiz Keith Schwartz, da Corte Superior de Los Angeles, deu a eles o prazo de até 25 de março para Lohan decidir sobre confessar-se culpada da acusação ou não contestar a acusação.

Se ela o fizer, Schwartz disse que a mandará para a prisão. Se a declaração de inocência da atriz for mantida, então a audiência preliminar, antes de o caso chegar ao tribunal, começará em 22 de abril diante de outro juiz, decidiu Schwartz.

Este disse também que o juiz nessa audiência futura determinará se o furto alegado viola os termos da liberdade condicional de Lohan por uma condenação por dirigir embriagada e sob o efeito de drogas, em 2007, o que também significa a possibilidade de pena de prisão para a atriz de "Meninas Malvadas."

(Reportagem de Bob Tourtellotte)

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