'Jamais pensei que Obama seria nosso fã'

Guerreira brava até agora, Brienne de Tarth surge mais tranquila no começo da quarta temporada. Ao Estado, a atriz britânica Gwendoline Christie fala da nova fase.

Entrevista com

O Estado de S.Paulo

06 de abril de 2014 | 02h12

Quando você recebe o roteiro de uma nova temporada, espera pela morte de Brienne?

Claro que não quero que ela morra. O slogan diz que todos os homens devem morrer, mas ela é uma mulher. Se for para morrer, que seja glorioso. A quarta temporada é bem diferente, é uma explosão atrás da outra. As pessoas estarão em novas situações.

Como foi saber que Barack Obama pediu para ver a quarta temporada antes de todos?

É algo grande, não? E ele conseguiu, o que é justo. Quando vi que a Madonna se vestiu como a Daenerys, foi extraordinário. Quando na minha vida eu pensaria que estaria em um programa que o presidente dos EUA pediria para assistir? Jamais pensei que Obama seria nosso fã.

Quem merece o trono?

O Hodor (Kristian Nairn). Ele nunca será corrompido.

E a Brienne não merece?

Ela não quer o poder. Sabemos que o poder corrompe e que isso é recorrente na vida.

George R. R. Martin criou mais de mil personagens. Você teve medo de que Brienne fosse esquecida no meio de tantos?

Nunca tinha pensando nisso. Agora, estou aterrorizada. Ao menos tive uma ótima história. Se acabar, acabou. / J. F.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.