Jack Nicholson, o queridinho do diretor

Em matéria de Jack Nicholson, os deuses do cinema favorecem este repórter. Em Veneza, em 1995, haveria um encontro de grupo com o ator, pelo filme O Acerto Final, de Sean Penn. Os demais integrantes da mesa não apareceram, a entrevista virou individual. Agora, outra sorte: seria só uma coletiva, mas, quando a porta do elevador está se fechando, Nicholson entra com a assessora. "Posso?", pergunta.

, O Estado de S.Paulo

21 de dezembro de 2010 | 00h00

O repórter faz piada - "Não, quero ser o homem que disse não a Jack Nicholson." Ele acha graça.

Conversa trivialidades sobre o tempo, quer saber o que o repórter já fez ou viu na cidade. "(New York) É uma grande cidade para a gente se divertir e ver coisas." Brasil? "Great!" Depois de tantos filmes com James L. Brooks, a parceria ainda apresenta alguma dificuldade? "É que nem casamento: é preciso se reinventar sempre." Charles, o pai de Paul Rudd em Como Você Sabe, é antipático. Ele criou o filho sozinho - foi abandonado pela mulher - e ama seu garoto, mas também ama a si mesmo. A grande cena, no fim, não envolve palavras, só um olhar. Ele brinca - "Como Jim (James L. Brooks) me paga pouco, é justo que eu não faça muita coisa."

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