<i>Revista da Biblioteca Nacional</i> faz um ano

Criada para tornar acessíveis ao grande público conteúdos históricos restritos ao meio acadêmico, a Revista de História da Biblioteca Nacional comemora um ano. A publicação, mensal, vendida em todo o País, em bancas de jornal e em livrarias, é escrita por historiadores, jornalistas, pesquisadores da área de ciências humanas e ainda estudantes de graduação.O editor, Luciano Figueiredo, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), afirma: "Não é uma revista de nariz empinado, voltada para estudiosos e seqüestrada pela academia.´ O público da publicação, para ele, é ´aquele que gosta de ler história e que tem visão crítica". O editor se orgulha do fato de a revista, em seu primeiro ano, ter contribuído para discussões relevantes, como a revisão do mito do Marechal Rondon, o cangaço brasileiro e o continente africano. Todos os artigos são ricamente ilustrados com imagens do vasto acervo da Biblioteca Nacional. A instituição surgiu no fim do século 19, no Rio, por iniciativa de d. João VI. É a maior biblioteca da América Latina e a oitava no ranking mundial.Na edição comemorativa, cuja reportagem de capa, assinada por Maria Ângela de Faria Grillo, professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco, fala de cordel, destaca-se dossiê sobre os 70 anos de Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Hollanda, escrito por Fernando Novais, professor da USP e da Unicamp, João Cezar de Castro Rocha, da UERJ, e Angela de Castro Gomes, da UFF.

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