Inveja dos alemães

Ele vem!

TUTTY , HUMOR, O Estado de S.Paulo

26 de abril de 2013 | 02h38

James Taylor já está contando

os dias para o Rock in Rio. Nos EUA, ultimamente, ele só é chamado para cantar, sempre de terno, em homenagens a vítimas do

terror e posse de presidente.

Deve estar louco para se

divertir um pouco!

Causa própria

Aécio Neves tem bons motivos

para propor ao Senado projeto

que estabelece mandato

de 5 anos, sem direito a

reeleição, para presidente da

República: oito anos sem poder

bater pernas no Leblon,

convenhamos, é muito tempo!

Neura tola

A Sociedade Brasileira de Psicanálise está alvoroçada à toa! O Freud que terá sigilo bancário quebrado pela

Polícia Federal tem sobrenome

Godoy e atuava como uma espécie

de faz-tudo do Lula. Os psicanalistas - ô, raça! - vão poder continuar sonegando impostos sobre o valor das consultas numa boa.

Imobilizada

Fãs de Vera Fischer estão preocupados! Sua personagem em Salve

Jorge nunca se levanta em cena.

Só aparece da cintura para cima atrás de sua mesa de trabalho

numa boate na Turquia. "Será

que ela está com algum

problema de locomoção?" -

perguntam-se os

admiradores da atriz.

Basta!

O presidente francês, François

Hollande, está adorando a

China. Nas primeiras 24 horas

que passou no país, ninguém

puxou o assunto 'casamento gay'.

A humilhação, no caso, não se restringe ao futebol espanhol! Todo o primeiro mundo da bola está se sentindo diminuído pela supremacia alemã na Liga dos Campeões da Europa.

Para o torcedor brasileiro, em particular, assistir à monotonia habitual de sua seleção contra o Chile horas depois do esculacho do Borussia Dortmund sobre o Real Madrid, francamente, não há orgulho pentacampeão que não tenha ido dormir ferido na quarta-feira.

Após o empate aborrecido no Mineirão, bateu aquele frio na barriga de quem já remoía de véspera a inveja da obsessão pelo gol do ataque do Bayern de Munique pra cima do Barcelona: "E se a gente tiver que enfrentar esses alemães na Copa das Confederações, caramba?".

O torcedor pressente o pior e não se conforma: vaia, grita "olé" quando o adversário tem a posse de bola, xinga, mas é preciso aceitar a nova realidade que se desenha no horizonte: pelo andar da carruagem puxada por Felipão, o melhor do futebol brasileiro em 2014 serão os estádios.

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