Intimidades de Maria Callas aparecem em novo livro

Ao contrário do que apareceu em biografias antigas e na peça Master Class, de Terrence McNally, Maria Callas não abortou o filho de Aristóteles Onassis, em 1960. A diva italiana teve o bebê, que morreu após algumas horas depois da cesariana. É o que revela um novo livro de Nicholas Gage, que tem trechos publicados na edição de outubro da revista americana Vanity Fair. O autor garante que, depois de três anos de pesquisas, conseguiu ter acesso à certidão de nascimento do bebê, que Callas teria chamado de Omero Lengrini, e teve a confirmação da cesariana por um médico da cantora. Callas falou poucas vezes sobre o assunto, tendo afirmado que Onassis teria forçado um aborto.

Agencia Estado,

08 de setembro de 2000 | 14h55

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