Independentes querem o e-book

Venda de e-book não é um assunto exclusivo das grandes redes de livrarias. Embora as pequenas e médias ainda não tenham dado o primeiro passo nesse sentido, já fazem planos para subir, o quanto antes, no bonde da história. O Levantamento do Setor Livreiro que será apresentado na próxima terça-feira mostrará que apenas 11% das livrarias que não comercializam livros eletrônicos estão confortáveis nessa situação e não pretendem ampliar o negócio. Dos 89% que acreditam que o e-book ainda vai pegar, 62,5% dos entrevistados disseram que o pontapé inicial será dado ainda em 2012. Para 37,5% dos livreiros, o projeto é para até três anos. O restante, 4%, não fixou prazo para inaugurar a sua e-bookstore. Para outros formatos não tradicionais, a adesão é mais avançada: 81,82% das livrarias já trabalham com audiolivro e 63,64% vendem obras impressas sob demanda. A pesquisa vai mostrar também que as vendas de livros pela internet aumentaram quase 10% de 2010 para 2011. O levantamento foi feito pela Associação Nacional de Livrarias (ANL) com seus associados entre março e abril e inclui outras questões como os investimentos para o ano, número de livrarias existentes no Brasil e segmentos de livros em alta no País.

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