Homem condenado por perseguir Madonna é procurado pela polícia

Um homem que havia sido condenado por perseguir e ameaçar a estrela do pop Madonna nos anos de 1990 fugiu da clínica de saúde mental na Califórnia onde estava detido e continua solto, afirmou a polícia de Los Angeles na quinta-feira.

REUTERS

10 de fevereiro de 2012 | 09h16

Robert Dewey Hoskins, um sem-teto de 54 anos, do Estado do Oregon, foi sentenciado a 10 anos de prisão em 1996, após ser preso por escalar o muro da casa da cantora em Hollywood Hills e ameaçar cortar a garganta dela.

Madonna depôs durante o julgamento de Hoskins e disse que tinha pesadelos com ele depois de vê-lo perto de sua casa em 1995. A cantora declarou que seu guarda-costas havia lhe contado que Hoskins dizia que ela deveria ser sua esposa, e que "se ele não poderia me ter, iria cortar minha garganta de orelha a orelha."

Apesar de Madonna estar longe de casa e na Flórida no final daquele ano, ele escalou o muro, pulou em sua piscina e foi atingido por dois tiros dos guardas de segurança.

Após ser libertado da prisão, Hoskins foi enviado para um hospital na Califórnia. Ele foi solto em um determinado momento, mas preso novamente em julho de 2011 e enviado para outro estabelecimento de saúde na região de Norwalk, em Los Angeles.

Hoskins fugiu do hospital sem ser detectado na última sexta-feira e não foi visto depois disso. A polícia descreve-o como um homem altamente psicótico, com tendências violentas quando não está sob medicação.

(Por Bob Tourtellotte)

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