11 de junho de 2012 | 03h09

16H10 NA GLOBO

(My Big Fat Greek Wedding). EUA, 2001. Direção de Joel Zwick, com Nia Vardalos, John Corbett, Michael Constantine, Lainie Kazam, Andrea Martin, Louis Mandylor.

Aquilo que os norte-americanos chamam de 'sleeper' - um filme que o próprio público descobre e, sem grande investimento de marketing, explode na bilheteria. Nia Vardalos faz garota de ascendência grega que está chegando na idade perigosa. Segundo tradições culturais e familiares, ela já deveria estar casada, mas Nia não se curva a essas tradições e ainda se envolve com um wasp (branco, anglo-saxão, protestante). Nia e seu amado John Corbett são ótimos, os pais dela, Michael Constantine e Lainie Kazan são melhores ainda, e o filme é muito simpático. Reprise,

colorido, 95 min.

A Verdade Nua e Crua

22H25 NA GLOBO

( The Ugly Truth). EUA, 2009. Direção de Robert Luketic, com Katherine Heigl, Gerard Butler, Eric Winter, John Michael Higgins, Bree Turner,

Nick Searcy.

Gerard Butler faz repórter de TV, um porco chauvinista que dá lições à sua produtora feminista - Katherine Heigl - sobre como prender um homem. Na véspera do Dia dos Namorados as emissoras capricham nos filmes românticos. Este lembra uma velha comédia de Rock Hudson e Doris Day, só que a linguagem original é mais chula. Inédito,

colorido, 96 min.

A Idade de Ouro da

Música no Cinema

0 H NA CULTURA

(L'Âge d'Or de la Musique de Film). França, 2009. Direção de

Thierry Jousse.

A história do cinema revisitada por meio de compositores de trilhas consideradas clássicas. Bullitt, Missão Impossível, Era Uma Vez no Oeste. O que Quincy Jones, Lalo Schiffrin e Ennio Morricone acrescentaram a esses filmes - e outros - é matéria de reflexão para o diretor francês Thierry Jousse. Reprise, colorido,

52 min.

Leila Diniz

2H15 NA GLOBO

Brasil, 1987. Direção de Luiz Carlos Lacerda, com Louise Cardoso, Diogo Vilela, Tony Ramos, Marieta Severo, Stênio Garcia, Antonio Fagundes.

Leila Diniz não foi apenas uma estrela do cinema brasileiro nos anos 1960 e 70. Como um furacão, ela libertou as mulheres do País do jugo de sua particular escravidão, como disse o poeta Carlos Drummond de Andrade, saudando o comportamento libertário da mulher - e da artista. O diretor Luiz Carlos Lacerda, o Bigode, amigo da biografada, reconstitui sua história como a viu, e viveu. Por ser parecida, fisicamente, com Leila, Louise Cardoso a encarna com tanta sinceridade que vira a própria. Reprise, colorido, 100 min.

TV Paga

As Confissões de Schmidt

11H50 NO CINEMAX PRIME

(About Schmidt). EUA, 2002. Direção de Alexander Payne, com Jack

Nicholson, Hoipe Davis, Dermot

Mulroney, Kathy Bates.

O diretor Payne integrou o júri do recente Festival de Cannes. Ele também é figurinha carimbada no Oscar, que já venceu na categoria de roteiro. Este é um filme típico dele, um estudo de personagem sobre homem que se aposenta e, pela primeira vez, passa a questionar as escolhas que fez na vida. Jack Nicholson é magnífico no papel - e alguns críticos chegam a arriscar que se trata de melhor interpretação de sua grande carreira. Payne busca o equilíbrio entre a comédia e o drama. Só para constar, ele dirigiu Os Descendentes, que foi indicado para várias categorias na premiação da Academia de

Hollywood neste ano. Reprise, colorido, 124 min.

Kramer vs. Kramer

22 H NO TCM

(Kramer vs. Kramer). EUA, 1979.

Direção de Robert Benton, com Dustin Hoffman, Meryl Streep, Jane Alexander, Justin Henry.

Vencedor dos Oscars de melhor filme, diretor, roteiro, ator e atriz coadjuvante (Dustin Hoffman e Meryl Streep), o cartaz da TV paga conta a história de homem que é abandonado pela mulher. Ela parte para resolver a própria vida e o deixa com o encargo de criar o filho sozinho, o que ele faz superando dificuldades. Quando tudo parece normalizado, a mulher volta - e briga no tribunal pela guarda do garoto. Um dos filmes mais influentes de sua época, Kramer vs. Kramer promoveu um verdadeiro debate sobre novas concepções de família e paternidade. Muita gente viu o filme como "feminista", mas ele talvez seja, na verdade, machista. O personagem de Dustin Hoffman mostra que consegue ser melhor pai e até mãe que Meryl Streep jamais seria - da mesma forma que, em Tootsie, a seguir, foi a 'mulher' perfeita. Reprise, colorido, 104 min.

Psicose

22 H NO TELECINE CULT

(Psycho). EUA, 1998. Direção de Gus Van Sant, com Vince Vaughn, Anne Heche, Julianne Moore, Viggo Mortensen, William H. Macy, Robert Forster.

Muitos críticos se perguntam por que um autor original como Gus Van Sant quis refilmar o cult de Hitchcock de forma tão literal. Ele não apenas repete a história da fugitiva Marion Crane, que é morta no motel de Norman Bates, como reproduz o timing dos planos do filme antigo. Van Sant inventou o filme clonado. Reprise, colorido, 109 min.

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