História sobre mártires no palco do Sesc Pompeia

Amor. Liberdade. Revolução. São palavras gastas - pelo uso e pelo tempo. São ideias difíceis de apreender. Mas foram essas as linhas condutoras escolhidas pela Cia. do Tijolo para criar seu novo espetáculo.

MARIA EUGÊNIA DE MENEZES, Agência Estado

25 de julho de 2013 | 10h13

Cantata para um Bastidor de Utopias, que entra em temporada nesta quinta-feira, 25, no Sesc Pompeia, baseia-se em um texto de Federico García Lorca: Mariana Pineda. Obra de juventude do poeta espanhol, a peça conta o trágico destino de uma heroína de seu país. No século 19, Mariana foi morta pelo governo do rei Fernando VIII. Seu crime: ter bordado uma bandeira para a causa dos liberais republicanos. E, pior do que isso, ter se recusado a delatar seus companheiros.

Nessa montagem, o grupo dirigido por Rogério Tarifa e Rodrigo Mercadante repõe a trama verídica em formato musical. "Estudamos a forma das cantatas, voltamos a Bach e a Beethoven para entender como elas funcionam", diz Tarifa.

CANTATA PARA UM BASTIDOR DE UTOPIAS - Sesc Pompeia. Rua Clélia, 93,

3871-7700. 5ª a sáb., 20h; dom., 19h. R$ 4/ R$ 16. Até 8/9.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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