George Michael é condenado a prestar serviço comunitário

Cantor se confessou envergonhado na corte e criticou cobertura da mídia

Agencia Estado

12 Junho 2007 | 03h47

O cantor britânico George Michael foi proibido nesta sexta-feira de dirigir por dois anos e sentenciado a prestar 100 horas de serviços comunitários, depois de admitir ter dirigido sob o efeito de drogas. Em outubro, a polícia encontrou o astro de 43 anos caído ao volante de seu carro em Londres. Michael, vestindo paletó escuro e camiseta preta, disse à corte que se sentia "muito envergonhado". Entretanto, fora do tribunal, ele atacou a cobertura da mídia sobre o caso, classificando-a de "ridícula". "Estou feliz de colocar tudo isso para trás e agora estou livre para fazer o maior show da minha vida", afirmou, referindo-se às apresentações que fará no novo Estádio de Wembley, no sábado e domingo. O cantor, que tem casas em Londres e no Texas, disse que poderá deixar a Grã-Bretanha a fim de escapar da atenção implacável da imprensa sobre sua vida particular. Ele já admitiu ser dependente de remédios, declarou que maconha é menos prejudicial do que o álcool e afirmou ter desenvolvido um comportamento destrutivo desde a morte da mãe, uma década atrás.

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